→ Adiciona 8)

ficsdaanuxka@hotmail.com
Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

AVISO.

MENINAS, TENHO UMA COISINHA PARA VOS DIZER.


ENTÃO É ASSIM, COMO JÁ DEVEM TER PERCEBIDO, TIVE QUE MUDAR DE BLOG, GRAÇAS A PROBLEMAS COM A PASSWORD.

DEVEM ESTAR A PENSAR - " OKAY, ESTÁS AQUI A FAZER O QUÊ, VISTO QUE NÃO TINHAS A PASS? "

ENTÃO É ASSIM, TINHA A PASS GRAVADA NO COMPUTADOR DA MINHA IRMÃ, QUE VIVE A UNS KM DE MIM E CONSEGUI PERCEBER QUE CONTINUAVA GRAVADA.

NÃO SEI QUAL É A PASS À MESMA, POR ISSO VOU DAR-VOS O ENDEREÇO DO MEU NOVO BLOG.

PASSEM POR LÁ E CONTINUEM A LER A FIC, SFF.

ENTÃO, O NOVO ENDEREÇO, É: http://fics-anuxka-.blogs.sapo.pt/.


OBRIGADA A TODAS AS PESSOAS QUE COMENTARAM ESTE BLOG, MAS AGRADECIA IMENSO QUE COMENTASSEM NESTE NOVO BLOG :).


TENHO SAUDADES VOSSAS.


BEIJINHO,  vejo-vos no meu outro blog ^^.

Sinto-me:: de mudança.
Músiquinha ou Barulho: nenhuma.
Domingo, 28 de Dezembro de 2008

FIC - CAPÍTULO 21.

Olá, boa tarde :D.


Já não posto há tanto tempo, desculpem-me, mas estou sem pc :S.

Mas, apesar disso, já consegui acabar a fic, no portátil. 105 páginas, meu deus, tanto x).

Aproveito para desejar um Bom Ano Novo, já que o Natal já passou (espero que tenha sido muito bom :)'). Todas a entrar com o pé direito e que o ano de 2009 corra muito melhor do que correu 2008 e que principalmente, distribuam sorrisos :D.

Outro capítulo para vocês.


Beijinho, gosto muito de vocês.

 


Capítulo 21

 

Rapidamente a Daniela se chegou ao pé de nós. Cumprimentou-nos mas depois parecia estar bastante concentrada em encontrar alguém, olhava para todos os lados. De certeza que estava à procura do Bill, mas não queria perguntar. O orgulho falou mais alto.

 

TOM: O meu irmão está dentro da loja. – Disse não muito gentilmente (ainda amuado com o facto de ela nos ter interrompido). Olha que giro, ele apercebeu-se do mesmo que eu: Que a Daniela andava à procura do Bill. Também ... estava na cara.

DANIELA: Eu não perguntei pelo teu irmão. – Disse embaraçada.

TOM: Vá, vai lá ter com ele e façam as pazes. Não estou para a aturar a casmurrice dos dois.

EU: Tom, pára de ser assim. Dá-lhes tempo. Daniela, não ligues. – Sorri um pouco envergonhada com a atitude infantil do meu namorado (namorado, pois).

TOM: Eu dou. Que remédio tenho eu.

DANIELA: O que é tens hoje, Tom? – Perguntou, apercebendo-se do mau humor dele.

EU: Deitou-se muito tarde e acordou muito cedo, foi isso. – Sorri.

DANIELA: Acho que te tens que deitar mais cedinho. – Disse-lhe.

EU: É melhor irmos chamá-los, não é? Já estão ali dentro há que séculos. Vais lá tu, Tom? – Pedi-lhe com muito jeitinho, só para não ter que me levantar do banco onde estava sentada.

TOM: Vai a Daniela. Vá lá cunhada, são só uns 10 passos e tu até estás de pé e tudo. – Disse delicadamente, para ver se conseguia convencê-la.

DANIELA: Eu vou, mas não te habitues. – Disse.

 

Perguntou em qual da loja é que eles estavam e lá foi. Notava-se que estava com receio de ter que chamar o Bill, de ter que ser ela a quebrar o orgulho, coisa que nunca tinha feito. Talvez estivesse mal habituada, mas tinha a perfeita noção que mais tarde ou mais cedo, teria que ser ela a ceder. Não queria ceder por completo, até porque não lhe ia passar o “amuo” só por ter que o chamar. Mas lá ganhou coragem e chegou até à loja. Parou à porta para se certificar se a montra era como o Tom a tinha descrito. Era. Era ali.

Entrou e avistou o Bill lá ao fundo, com a Marie. Fez um esforço para se movimentar. Estava-lhe a custar. Daniela era uma rapariga muito orgulhosa e não estava habituada, neste tipo de ocasiões, a ser ela a dar o primeiro passo.

Depressa lá se pôs, mas eles não repararam nela, estavam demasiado distraídos. Até que ela falou.

 

DANIELA: O Tom e a Ana estão-vos a chamar. – Disse apressadamente, talvez para não se atrapalhar com as palavras.

MARIE: Ah, olá Daniela. Já tinha saudades tuas. – E deu-lhe dois beijinhos.

BILL: Olá. Como estás? – Perguntou receoso com a atitude da namorada. Estava com medo de não receber nenhuma resposta.

DANIELA: Estou bem. Agora é melhor irmos, eles estão à espera.

MARIE: Sim. Nós não comprámos nada, portanto é só sair...

BILL: Sim, vamos. – Disse desanimado com a resposta curta de Daniela.

 

No banco, a olhar lá para o fundo, já dava para ver que eles estavam a voltar. Pelo que percebi, ali só a Marie falava, talvez para tentar quebrar o gelo que ali estava instalado, mas não parecia estar a ter sucesso.

 

TOM: Eles vêm aí. – Disse apontando.

EU: Sim, Tom, já percebi. Não apontes. – Baixei-lhe o dedo, já que este ainda continuava a apontar.

TOM: Parece que ainda estão chateados. – Dois minutos e ele já tinha percebido isso, realmente, isto ia ser difícil.

EU: Vamos lá ver no que é que isto dá. – Disse já sem ânimo e sem soluções à vista.


 

 

Sinto-me:: com soluços :x
Músiquinha ou Barulho: Boys Like Girls - Thunder .
Domingo, 30 de Novembro de 2008

FIC - CAPÍTULO 20.

Olá !

Já mereciam outro post, aqui está :D.

Aii, comecei uma nova fic, totalmente diferente do que tenho escrito até agora.
Vamos lá ver :D.

Obrigada a quem se lembra de mim x) .
Um até já : ) .

 

 


 

Capítulo 20

 

 

TOM: Demoras-te... – Disse.

EU: Um bocado. – Comecei a olhar para dentro da loja, mas não havia nada que me interessasse.

TOM: Estiveste só a falar com a Daniela?

EU: Claro, Tom! Querias que estivesse a falar com quem? – Respondi um pouco maçada com aquelas insinuações.

TOM: OK. – Continuou a olhar para a montra. Nem percebi bem porquê, aquilo eram só materiais de Artes...

EU: Bill, a Daniela vem cá ter. – Disse-lhe, colocando a minha mão no ombro dele.

BILL: A sério?

EU: Sim. Prepara-te para dividir o quarto com ela.

BILL: Mas nós estamos chateados... – Disse ao repensar no assunto.

MARIE: E depois? Fazem as pazes. - E entrou na tal loja.

EU: Claro, isso é óbvio...

BILL: Vai ser difícil. Ela é teimosa.

TOM: E tu teimoso és ...

BILL: Olha quem fala. És meu irmão, logo, sais a mim; és como eu.

TOM: Correcção, correcção: Tu sais a mim.

EU: Sim, sim, chega. Depois se quiseres eu falo com ela.

BILL: Obrigado. – Agora foi ele a entrar para a tal loja, onde a Marie estava.

 

Eu e o Tom ficámos num dos bancos do centro comercial a “deitar conversa fora” e a tentar namorar, o que não era fácil, com tantas pessoas a passar por ali.

Fomos para um sítio mais calmo.

Até aí, tudo bem, mas fomos interrompidos pelo meu telemóvel, mais propriamente pela mensagem da Daniela.

 

TOM: Timing perfeito, estou a ver. – Disse todo amuado.

EU: É da Daniela. Ela já está cá, e eu já lhe disse onde é que estamos. E pára de ser um menino mimado.

TOM: Pronto, está bem ...    

EU: Ela daqui a 2 minutos está aí, nada de estar de trombas, OK Tom?

TOM: Sim, sim. Eu já me esqueci que ela simplesmente interrompeu-nos. Não foi nada demais, então ... – Constatou sarcasticamente.

EU: Ela vem ai. Cala-te. – Dei-lhe uma cotovelada para ver se ele se calava.

TOM: Pois e depois sou eu que empato, não é? – Pois, eu bem que dava cotoveladas vezes sem fim, mas o parvo do rapaz não se calava e a Daniela cada vez mais perto –‘.

EU: TOM, CALA-TE. – Disse já sem paciência para as reclamações.

TOM: Já estou calado.

 

(Continua ...)


Sinto-me:: PÉSSIMA .
Músiquinha ou Barulho: Pink - So what .
Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Que SAUDADES.

Olá minhas queridas !


Espero que esteja tudo bem convosco. Espero mesmo.

Tenho umas saudades disto tudo.
Tenho saudades de partilhar a minha fic convosco, de receber os vossos comentários (que me faziam sentir sempre bem), ficava muito sensibilizada com o vosso apoio nas fases menos boas, tenho saudades deste blog, ao qual dei uma grande parte de mim.

Queria usá-lo a tempo inteiro, como fazia nas férias de Verão, o que é impossível porque o tempo não mo permite.

Eu sei que provavelmente já nem se lembram de mim, que não vou ter comentários nenhuns, até porque este blog anda mais parado do que sei lá o quê, enfim.

Só queria que, se for acaso se lembrarem de mim, digam qualquer coisa :D.


Beijinhos, gosto muito de vocês.

 

Músiquinha ou Barulho: Nada de nada .
Sinto-me:: com falta de tempo :x.
Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

FIC - CAPÍTULO 19.

Olá minhas queridas.

 

Desde já, DESCULPEM-ME $:.

É que o começo das aulas, entretanto fiz anos, ando numa roda viva por me estar a habituar à nova escola e etc e só venho cá de noite ...

Hoje venho mesmo cheia de pressa só para vos deixar mais um capítulo.

Eu disse que ia suspender a fic, mas sempre que puder posto, não prometo é ser muito frequentemente.

Tenho leitoras tão simpáticas $:, dizem-me coisas que prontoo xD.

Já sabem, estão à vontade para adicionar o mail que está no topo, não tenham vergonha, sempre que puder (o que não é muitas vezes) passo pelo mail do blog e falo convosco :D.

 

Beijinho grande, espero que o regresso às aulas tenha corrido bem (uh, aulas --' xD).

 

 


 

Capítulo 19

 

O pequeno-almoço foi apressado e fomos directamente para o shopping, para não desperdiçar o nosso (rico) Domingo com coisas mínimas.
Pus-me a olhar para o chão, para os pés das pessoas que iam connosco. Consegui contar 4 pares de sapatos, por esta ordem: os do Bill, os da Marie, os do Tom e por fim, os meus. Faltava um par de sapatos. Os da Daniela. Ela não estava aqui, o que era realmente estranho, porque ela andava sempre connosco, mais propriamente com o Bill.
 
EU: Bill, a Daniela? – Perguntei-lhe.
BILL: Acho que as coisas não estão muito bem. – Respondeu desanimado e talvez surpreendido por me ter lembrado daquilo assim do nada.
EU: Dás-me o número dela, se fazes favor? – Tirei o telemóvel do bolso para memorizar o número da Daniela. Rapidamente o gravei. – Obrigada.
TOM: Vais falar com ela?
EU: Vou dizer a ela para vir cá ter. Podem ir andando, eu já vos apanho.
TOM: Volta rápido. – Beijou-me.
 
Digiri-me até a um sítio mais calmo para conseguir ouvi-la melhor. Sim, aquilo estava realmente uma confusão, mas o que é que se esperava?! Era Domingo.
Lá encontrei um sítio maneirinho para fazer a chamada.
Procurei o número na lista e carreguei numa das teclas, botãozinho verde, sabem? xD. Já estava a chamar ...
 
# Início da chamada
 
DANIELA: Estou, quem fala? – Perguntou seriamente.
EU: Sou eu. A Ana ...
DANIELA: A Ana ... ? – Perguntou confusa, à espera que lhe fornecesse mais informações, aquilo era muito vago.
EU: A Ana que provavelmente é tua cunhada xD. – Ri-me.
DANIELA: Ah, Ana, desculpa. – Ouvi a rir-se também do outro lado.
EU: Obrigada por te lembrares de mim, é muito bom saber que sou rapidamente esquecida. – Disse a brincar.
DANIELA: Não foi por mal. A tua voz ao telemóvel fica muitíssimo diferente.
EU: Já me tinham dito xD. Olha, estás ocupada? – Direccionei logo a conversa para o assunto que me convinha.
DANIELA: Não, por acaso estou um bocado à seca, porquê?
EU: Anda ter connosco ao ‘nosso’ shopping.
DANIELA: Ah, o Bill já me tinha convidado. É melhor eu não ir...
EU: E porquê?
DANIELA: Estamos meio “tremidos”.
EU: Mais uma razão para vires, deixam de estar “tremidos”. Não aceito outro não como resposta.
DANIELA: Oh, pronto, ganhas-te. Estou a ir. – Disse não muito convicta.
EU: Aproveita e prepara uma mala de viagem. Deixa-a em tua casa que depois quando voltarmos do shopping, passamos para a ir buscar.
DANIELA: E vou fazer a mala para quê?
EU: Para vires passar estes dias connosco, em minha casa.
DANIELA: Os teus pais já se foram embora, não é? Logo, o Bill também lá está e não gosto muito da ideía.
EU: Não tens que gostar, eu é que sei. E pára de ser assim, Daniela Kaulitz. – Comecei-me a rir.
DANIELA: Até parece que já nos casámos e tudo. – Respondeu amuada.
EU: Um dia, quem sabe, vais ser Kaulitz xD. Agora despacha-te.
DANIELA: Mas vou contrariada. – Continuava amuada. Aquilo ia ser bonito, ia...
EU: Anda, vá.
DANIELA: Quando chegar aí mando mensagem.
EU: OK. Beijinho, até já. Não te demores !! – E desliguei a chamada.
 
Fim da chamada #
 
Lá acabei por desligar o telemóvel e corri um pouco para chegar até aos outros, que tinham parado numa montra a ver não-sei-o-quê.
 

- Continua. -

Músiquinha ou Barulho: Tokio Hotel - Reden.
Sinto-me:: Com sono, cansada ...
Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

FIC - CAPÍTULO 18.

Olá, olá e olá :D .

 

Nem me lembro se ontem postei ou não, mas acho que não :x

Eu não tenho tempo para escrever, nem para postar ...

Agora com o início das aulas nem sei se deixo a fic suspensa, por isso, desculpem.

Se deixar, depois quando puder, volto em grande e posto tudo.

É que agora o tempo para escrever vai ser cada vez menor e para vir ao pc também, por isso ...
Espero que compreendam .




Capítulo 18

 

Domingo de manhã. Como fui a primeira a acordar, resolvi ir acordar o “grupo” (excepto a Daniela, que ainda não se tinha instalado lá em casa).

A primeira a ser acordada, era a Marie que estava no quarto da minha irmã Sara, mesmo ao lado do meu.

Abri a porta e ao espreitar, reparei que estava a dormir muito bem, por isso, fechei a porta e fui a rumo a outro quarto. O do Tom.

Entrei sorrateiramente, até porque não o queria acordar assim. Fiquei só a olhar para ele. Ficava tão bem a dormir. Parecia não ter problemas, parecia tranquilo, não consegui acordá-lo. Estava a preparar-me para sair do quarto, quando oiço a voz dele.

 

TOM: Bom-dia! – Esboçou um sorriso.

EU: Bom-dia. Acordei-te? – Perguntei envergonhada.

TOM: Não amor, acordei sozinho. – Sentou-se na cama.

 

“Amor”, um nome bonito, sim. Ele nunca me tinha chamado aquele nome. Lembro-me que o Diogo, o meu ex-namorado, chamava-me várias vezes, mas nunca me senti suficientemente amada por ele. Ele conseguia usar aquela palavra tão vulgarmente, o que não me fazia ficar contente por ser assim chamada. Com o Tom teve um efeito diferente, o que me fez corar.

 

EU: Ufa, assim já não me sinto culpada. – E ia a sair do quarto.

TOM: Fiz alguma coisa de mal?

EU: Não, porquê? – Perguntei sem perceber.

TOM: Como te vais embora ...

EU: Só ia preparar o pequeno-almoço. Queres vir?

TOM: É claro que sim, mas chega aqui primeiro.

EU: Fazer o quê?

TOM: Ainda não me deste os bons-dias como deve de ser. – E fez um ar de desentendido.

EU: Pois não. – Aproximei-me da cama e logo de seguida dele. Beijei-o. – Está melhor?

TOM: Acho que se recebesse outro, ficava melhor.

EU: Levas depois, agora tenho que ir. – E afastei-me dele. Claro que fui logo puxada, para mal (ou não) dos meus pecados xD.

TOM: E vais-me deixar assim? Carente de beijos?

EU: Carente de beijos, deixa-me rir. – Comecei a rir à gargalhada. – Claro que te vou deixar carente de beijos xD.

TOM: Eu gosto de ti à mesma, não importa.

EU: És um piegas e um engraxador, é o que é. – E continuei a rir.

TOM: Dá lá.

EU: Chato. – Beijei-o. – E acabaram os beijos, já não estás carente.

 

Ficámos a brincar, com aquele tipo de coisas. Nunca mais me lembrei do pequeno-almoço, mas também ... Não tinha fome nenhuma. Preferia estar ali.

Fomos interrompidos pelo Bill, percebi logo que era ele, já vinha a falar no corredor (certamente sozinho). Acho que ele tem mesmo pontaria para interromper, apesar de não ser de propósito. Fará se fosse.

 

BILL: Mano, acorda! – Entrou no quarto sem bater.

TOM: Já estou acordado.

BILL: Desculpa, não sabia que pronto, estavas...é isso. – Justificou-se muito atrapalhado.

EU: Bom-dia, Bill. – Disse mostrando a cara, já que estava com a almofada a esconder-me a cabeça, graças ao Senhor Tom que só me estava a fazer cócegas e eu não parava de rir, por isso, tinha que tentar não fazer muito barulho (e aí está o porquê de usar a almofada).

BILL: Ah, és tu. – Suspirou. – Agora assustaste-me, Tom.

EU/TOM: Nós percebemos. – Dissemos em coro.

TOM: É claro que é com ela que estou. – Disse, levantando-se da cama em direcção à casa-de-banho. – Vou tomar banho, podem ir descendo.

 

Bill, desceu logo para ir preparar o pequeno-almoço, e eu, antes que o Tom entrasse no banho, bati à porta.

 

TOM: Diz, precisas de alguma coisa? – Perguntou abrindo a porta.

EU: Disto. – Roubei-lhe um beijo. – Agora já posso ir. – Sorri-lhe e ele fez o mesmo.

 

- Continua - 


 

Músiquinha ou Barulho: Barulho do msn x) .
Sinto-me:: Cansada mas feliz xD .
Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

FIC - CAPÍTULO 17.

Olá.

 

Ontem não conseguir postar.

A Sara adivinha sempre o que vai acontecer ahaha.

Bem-vindas, leitoras novas.

Obrigada.




Capítulo 17

 

Beijou-me. Ai, que saudades daqueles beijos. A sensação que é sermos beijadas com amor, carinho e sinceridade. Por mais dúvidas que tivesse até ali, tinham-se ido embora. A meu ver, um beijo, se for verdadeiro, consegue dizer muito mais que mil palavras, consegue ser mais exacto, mais preciso. É, sem dúvida, melhor que frases, palavras, sílabas, letras e letras. Um beijo mudava tudo, esclarecia tudo.

Como era bom voltar a explorar aquela boca, cada lugar dela, até os lugares mais escondidos, não eram impossíveis de alcançar. Pode ter sido beijada muitas vezes, por outras pessoas, mas o que se sentia ali era amor (conseguia sentir isso), ao contrário das outras tais vezes faladas, as suas “relações” anteriores.

O Beijo parou. Senti a magia a afastar-se. Parecia que os seus lábios eram um íman, que me puxavam para junto dele. Mas algum dia tinha que parar, não é verdade?

 

TOM: Já tinha saudades.

EU: Quero que sejas meu, só meu. Quero-te só para mim. – Disse decidida, sem mais nem menos.

TOM: Como é que consegues mudar assim?! Mudas mesmo do nada.

Rimo-nos.

EU: Desculpa por tudo.

TOM: Pois, hoje foi um dia comprido ...

EU: ... Acho que se resolveu da melhor maneira. – Concluí com um sorriso. Um grande sorriso. Sim, estava feliz. Alguma coisa na minha vida fazia sentido.

 

Para mim era um novo desafio.

Voltar a confiar nas pessoas, nas palavras ditas; se eram verdadeiras ou não. Tinha um bocado medo de o fazer, porque no Passado essas palavras não se passaram disso mesmo: Palavras. Palavras que originaram promessas e estas que não foram cumpridas.

 

TOM: Óptima maneira para se acabar o dia xD.

EU: Sim, mas é melhor voltarmos lá para baixo. – Dei-lhe a mão. Agora só a ia largar quando me apetecesse, quando fosse necessário, e não ao primeiro obstáculo.

 

Descemos as escadas a rir e a falar, como se nada tivesse acontecido. Chegámos à sala e estavam lá o Bill e a Marie. À primeira vista, pareciam-me preocupados.

 

BILL: Já sei o que se passou. Vocês têm que se resolver. Vamos viver todos juntos e temos q-que... – Olhou para as nossas mãos, que ainda estavam dadas. – Vocês já estão bem? – Perguntou surpreendido.

TOM: Sim. Estamos muito bem.

MARIE: É impressionante. – Disse a brincar.

EU: Esqueçam isso. Já está tudo óptimo.

TOM: Parece que temos que fazer o jantar, não é? Que tal irmos fazer agora? – Perguntou, mudando de conversa.

EU: E que tal se fossem eles a fazer o jantar? Assim nós iamos tratar dos quartos.

TOM: Por mim, está mais que concordado. Quantos quartos são?

EU: Não sei. – Comecei a contar pelos dedos. – Um para a Marie, outro para ti e por último, outro para o Bill e Daniela. Que acham?

BILL: Acho que está óptimo. Fica assim. E tu, dormes onde?

EU: No meu quarto, obviamente. – Puxei o Tom para o andar de cima.

 

Arrumámos tudo, em cerca de uma hora, com brincadeira à mistura, é claro. Acabada a tarefa, fomos até ao meu quarto. Mandei-me para a cama, estafada. Ele ficou a olhar para mim.


EU: Também te podes deitar, não tem mal.

TOM: Eu prefiro beijar-te. – Sorriu.

 

O dia lá se passou. Um dia cheio de confusões, é certo, mas um dos melhores dias de sempre.

Fomos todos dormir para que no dia seguinte, fôssemos todos ao centro comercial, como tínhamos combinado ao jantar.

 


- Continua -


Músiquinha ou Barulho: Nadinha .
Sinto-me:: NÃO ME SINTO!
Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

FIC - CAPÍTULO 16.

Olááááá : )

 

Desde já, parabéns ao GUSTAV :D !

Parabéns aos Tokio Hotel no geral, por conseguirem o "Best New Artist" ^^.

Fico contente por estarem a gostar, muito contente :3 .


Nota: Peço desculpa por ser pequeno, mas já se notam diferenças ^^ .



Capítulo 16

 

EU: Desculpa. – Disse com a voz meio rouca, o que me fez de seguida tossir, para voltar a ter a minha voz habitual.

 

Ele virou-se para a porta da varanda onde estava encostada. Só olhava para mim, nada dizia. Ali estavam misturados vários tipos de sentimentos.

Havia a desilusão por parte dele, em relação a mim.

Existia também o arrependimento. Como me sentia arrependida e extremamente estúpida por ter dito aquelas curtas, mas fortes palavras.

Junto aos anteriores sentimentos, andava também a confusão. A confusão dos nossos sentimentos, um por o outro; se existiam ou não.

A tristeza estava acima de todos os outros. Parecia já não existir nada, apenas mágoa.

Eu sabia que tinha sido injusta, mas na altura não pensei nas consequências, até porque apoderou-se de mim uma força incrível que me fez pronunciar aquelas palavras. Parecia ter mais poder sobre mim, do que eu própria. Seriam ciúmes?! Talvez fosse isso. Sempre ouvi dizer que os ciúmes nos transformam em pessoas diferentes e que estes raramente são racionais.

O silêncio que se fazia sentir estava a dar cabo de mim e a deixar-me cada vez mais impaciente e nervosa, até que ele o quebrou.

 

TOM: Só não percebo o porquê ... O porquê! – Disse sentado-se numa das cadeiras que estavam instaladas na varanda, que até tinha alguns m2.

EU: O porquê do quê? – Perguntei sem perceber o que é que ele queria dizer com aquilo, ou melhor, o que é que ele queria perceber.

TOM: Sim, porque é que não acreditas que estou disposto a mudar por ti.

EU: Nenhum rapaz mudou por mim. De certeza que não serias o primeiro a fazê-lo.

TOM: Como é que podes ter tanta certeza de uma coisa que só eu posso sentir e querer? – Levantou-se e foi ter comigo até à porta, onde eu permanecia encostada.

EU: É muito improvável. – Disse encarando o chão.

TOM: Dá-me uma oportunidade para to mostrar. Deixa-me mostrar-te que estás errada. – Ergueu-me o queixo para me poder olhar nos olhos. Ele já me conhecia melhor do que eu imaginava. Penso que ele já sabia que por mais que dissesse muita coisa, os meus olhos diriam apenas a verdade: o que eu queria mesmo.

EU: Mas para que é que foi aquele comentário de à bocado? – Perguntei com um pouco de medo de voltar a tocar naquele assunto, que vendo bem, ainda não estava resolvido.

TOM: Foi para ver que efeito é que provocava em ti. – Sorriu.

EU: E o que é que concluíste?

TOM: Que ficas-te com ciúmes. – Continuo a sorrir, parecia já nem se lembrar da (triste) situação anterior.

EU: Eu gosto de ti, acho que já sabias. – Aproximei-me dele. – é normal que tenha ciúmes. Quer dizer, acho eu. Acho que os ciúmes nunca tiveram tanto poder sobre mim como têm agora. – Disse meio confusa.

TOM: Eu também gosto de ti. – Consegui reparar na mudança de cor das bochechas, estavam mais vermelhinhas xD. – Admito ter tido ciúmes do Tiago.

EU: Vamos tentar. Eu acho que devemos tentar. – Afirmei com um sorriso.


- Continua -


Músiquinha ou Barulho: Nenhuma .
Sinto-me:: Não sei .
Domingo, 7 de Setembro de 2008

FIC - CAPÍTULO 15.

Hello !

Ontem não postei :x , desculpem.

Queda de comentários, uhh x) .

 

Aqui vai outro.

 

 

P.S: Volto a dizer que o Tom e o Bill não são conhecidos, são pessoas normais, que não têm nenhuma banda nem fama.

Apesar do Tom da história também ser mulherengo e etc, não envolve as fãs nem nada do género, até porque não são conhecidos, sublinho.


Obrigada ^^

 


 

Capítulo 15

 

MARIE: Estava a ver que nunca mais. - Disse ao olhar-nos um tanto ou quanto desconfiada e com olhar matreiro, o que era característico na Marie.

BILL: Tinham muita conversa para pôr em dia, estou a ver ... – Declarou num tom de voz considerado “gozão”.

TOM: Sim, tínhamos. – Disse ao sentar-se num dos sofás, ao lado de Bill.

EU: Mas nada de importante. – Justifiquei-me assim para deixarmos de falar ‘daquilo’. Sentei-me ao lado de Marie, no sofá à frente do Tom, o que era habitual.

BILL: Se o dizes, nós acreditamos. – Olhou para Marie com uma cara de que se pudesse, desmanchava-se a rir naquela altura. – Posso fazer uma pergunta?

EU: É claro que sim. – Sorri, apesar de estar com um bocado de receio do que ia sair dalí.

BILL: Pronto, tu sabes que eu e a Daniela namoramos e... – Disse todo trocado.

EU: Sim, Bill. Desenvolve.

BILL: Será que ela pode de vez em quando vir cá a casa? – Perguntou por fim, meio envergonhado.

EU: Tanta coisa por isso xD. É claro que sim. Aproveita e convida-a para vir cá passar estes dias connosco.

BILL: A sério? Vou já lhe ligar. Obrigado. – Saiu da sala todo contente. Foi até ao hall da entrada para fazer o convite à Daniela, por telemóvel.

 

Ficámos eu, a Marie e o Tom, na sala, nos lugares que ocupávamos inicialmente.

 

TOM: Já que o Bill pode trazer a namorada cá a casa, eu também posso trazer umas amigas,não é? – Perguntou de uma forma muito descontraída, parecia mesmo querer provocar alguma coisa... Provavelmente uma grande confusão.

EU: Não! Não penses que vais transformar a minha casa num bordel. – Respondi bruscamente.

TOM: Obrigada por me chamares o nome que ambos sabemos tão directamente. – Levantou-se a subiu as escadas, talvez para um dos quartos.

Marie assistia àquilo tudo calada. Até ao momento.

MARIE: Fizeste porcaria.

EU: Eu estou a ver que hoje têm-me que pôr fita-cola na boca, ou assim. Hoje só digo o que não devo.

MARIE: Vai falar com ele. – Incentivou.

EU: É melhor não. Ele deve-me estar com um ódio de morte.

MARIE: Tenta. Vai ter com ele. – Repetiu.

EU: Não, eu vou ficar aqui. – Disse sem vontade de ter de o encarar.

MARIE: VAI! – Gritou.

 

E fui. Sim, subi as escadas e estava com a ideía de ter que procurar o Tom em todos os quartos, mas não foi necessário. A porta do meu quarto estava encostada e eu não a tinha deixado assim. Tinha-o encontrado.

Entrei no quarto silenciosamente e fui ter à varanda. Ele estava desbruçado sob um dos corrimões desta.

 

- Continua -


 

Músiquinha ou Barulho: Linkin Park - Pushing me Away .
Sinto-me:: Farta, chega? :x
Sábado, 6 de Setembro de 2008

FIC - CAPÍTULO 14.

Olá .

 

Ontem não consegui mesmo postar : /

Cá está outro capítulo , é maior .

Como este fim-de-semana não vou sair, vou tentar escrever na fic, já que não tenho tido tempo nenhum ...

Obrigada por todos os comentários, espero que esteja tudo bem convosco ; )




 

Capítulo 14

 

Sábado de manhã. Tomar banho, vestir-me, calçar-me, comer qualquer coisa e ir levar as pessoas que já estão fartos de saber, ao aeroporto.

Chegámos rápido, até porque, o voo deles estava quase a chegar (ou seja, a Sara atrasou-se). Disse um “até daqui a um mês”, dei dois beijinhos a cada um e vim-me embora para casa.

Detesto despedidas. Estarão novamente em casa daqui a um mês, por isso, não se justificavam grandes despedidas.

 

Aproveitei o facto de ser Sábado à tarde e de não ter ninguém em casa, para me ir deitar na minha confortável cama e repôr as energias por completo.

Nesse período de tempo (que me pareceu bem curto, por sinal),  tive um sonho bastante triste. Até digo melhor... Tive um pesadelo.

Sonhei que tinha de mudar de país novamente, mas que desta vez estava absolutamente sozinha. Era estranho. Primeiro a minha mãe portava-se tal e qual como o meu pai: Estar ausente, e depois, não tinha irmãos. Estava sem ninguém, dependente de mim própria.

Tentei abstrair-me daquele pesadelo horrível, ao ir para a sala ver televisão. Resultou. O pesadelo tinha caído no esquecimento, pelo menos naquele momento.

A campainha de minha casa tocou e eu fui abrir a porta. Abri sem espreitar pelo ‘óculo’ da mesma. Ao abrir, deparo-me com os meus amigos.

Sim ! Com o Tom, com a Marie e com o Bill.

 

EU: Estou a ver que vêm carregados. – Concluí ao olhar para os seus pés, onde estavam encostavas malas de viagem. Percebi logo o que é que aquilo queria dizer.

TOM: Pois, parece que viemos para ficar. – Piscou-me o olho.

EU: BOA! Conseguiste convênce-los, Tom. – Atirei-me para o seu pescoço, para o abraçar. Como ele estava a segurar algumas malas, largo-as para me agarrar a mim, para eu não ter que ir visitar o chão de perto, ou seja, para não ir parar ao chão.

BILL: Não te iamos deixar sozinha. – Disse sorrindo.

MARIE: Claro, pensavas o quê? Agora vais ter que nos aturar dia e noite, amiga. – Disse entrando dentro de casa, seguindo Bill.

TOM: Ah, pois é... Bebé. – Disse ao mesmo tempo que me segurava melhor ao seu colo. – Todos os dias.

EU: O teu irmão disse-me várias vezes que conseguias sempre tudo aquilo que querias. – Disse-lhe ao relembrar uma das conversas que tive com o Bill aqui há uns tempos.

TOM: Tudo, tudo, não consigo. – Sorriu.

EU: Ai não? O que é que querias e não tens? – Perguntei curiosa.

TOM: Queria-te a ti e não te tenho. – Respondeu.

 

Saí dos seus braços, do seu colo.

Recompus a camisola. Ia entrar para dentro, mas ele agarrou-me.


TOM: O que foi? – Perguntou ao mesmo tempo que me olhava, super surpreendido com a minha atitude. A minha estranha atitude, aos olhos dele.

EU: Odeio quando me tratas como um objecto. Eu não sou um troféu. Não sirvo para enfeitar o teu bonito quarto com o título na testa de “ Boa! Já caí nas palavras bonitas do Tom Kaulitz”. Percebes isso? Não me podes usar e mandar fora, há sentimentos. Eles existem. – Disse-lhe muito irritada. De uma maneira fria e exagerada, onde em todas as palavras predominava arrogância e frieza.

TOM: Tem calma, sim? Não é preciso falares assim. Deves ter percebido mal o que quis dizer. – Tentou acalmar-me, mas até nele já se notava uma certa alteração na forma de falar. Estava chateado, de certeza. O que talvez fosse normal, graças à minha atitude expontânea. Atitude parva, é um adjectivo mais correcto para o que acabara de fazer.

EU: Sim, eu percebo tudo mal. – Ironizei. – Fogo, Tom! – Gritei. – Porque é que não dizes logo que me queres, como queres às outras?! Só me queres para um único objectivo. Vá, admite. É melhor assim. Pelo menos parava de fazer papel de parva, acreditando nas tuas palavras.

TOM: Eu nem digo mais nada. Não percebo como é que consegues mudar de humor assim de repente. – Ia a entrar dentro de minha casa, mas desta vez, fui eu que o impedi.

EU: Desculpa, desculpa. – Agarrei-me a ele com força. – mas eu tenho medo. – Disse muito baixinho, talvez com vergonha por admitir isso: que também tinha medos, como qualquer outra pessoa. Talvez por admitir que o facto de parecer forte por fora, não queria dizer nada, porque por dentro era demasiado fraca, frágil. – Eu só queria que tu fosses sempre sincero comigo, só não queria mentiras à nossa volta.

TOM: Eu sempre fui sincero. As vezes que te menti, foram coisas minimas, sem importância, sabes disso. Não foi nada de grave. Mas OK, eu prometo que nunca mais te vou mentir com coisa nenhuma e que vai ser sinceridade acima de tudo. Está bem? –Sorriu-me. Como aquele sorriso me demonstrava confiança. Como ele me conseguia fazer sentir segura.

EU: Está. Desculpa mais uma vez ... – Já tinha repetido aquela palavra vezes sem conta, mas tinha a necessidade de o fazer, porque acabei por ter noção do quão injusta fui.

TOM: Shhh... – Levou o dedo indicar até aos meus lábios, fazendo-me calar. –Assim está melhor! – Disse a sorrir.

 

Retribui-lhe o sorriso e dei-lhe a mão. Entrámos assim em casa. Fomos até à sala ter com o Bill e com a Marie. Estes, como sentiram a presença de alguém, olharam de imediato para a entrada da sala, o que me fez por impulso, deslargar a mão do Tom.

 

- Continua -


 

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